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COMPATIBILIDADE TECNOLÓGICA DOS SISTEMAS DE 5ª GERAÇÃO

No Brasil existe organismo governamental federal (PROCONVE) que controla os níveis de emissões de poluntes (HC, CO e NOx) dos veículos. Em 2007 estes níveis cairam substancialmente e os sistemas de injeções eletrônicas/catalizadores do escapamento dos veículos modelos 2007 sofreram uma grande evolução tecnológica para poderem atender tais níveis. Agora, em 2012, houve uma nova mudança de fase do PROCONVE e os níveis (HC, CO e NOx) caíram ainda mais e os veículos modelos 2012 sofreram outra enorme evolução tecnológica para conseguirem atender estes novos níveis. Em função destas mudanças, estes veículos não aceitam mais tecnologias de sistemas de GNV que não sejam de 5ª geração (injeção multiponto sequencial de GNV). A instalação de tecnologias anteriores (2ª ou 3ª Gerações) em veículos de 2007 em diante podem acarretar danos nos cabeçotes dos motores (vávulas e sedes de válvulas), coletores de admissão, compartimento do filtro de ar, sensores MAP e MAF, e principalmente no(s) catalizador(es) do sistema de escapamento, provocando custosos gastos e demoradas reparações.

1) Os sistemas de 5ª geração GNV Landi Renzo OMEGAS NEW OBD (1ª Linha de 5ª Geração Landi Renzo) são os mais modernos atualmente no mercado mundial e possuem os seguintes diferenciais em relação as demais tecnologias existentes no mercado:

a) Eliminam em 100% os riscos de contra explosões nos coletores de admissão dos motores (atualmente todos são de plástico, muito frágeis), nos compartimentos do filtro de ar e nos sensores MAP e MAF (presentes no circuito filtro de ar/coletor de admissão).

b) Ao contrário dos sistemas anteriores (2ª ou 3ª gerações), controlam de forma extremamente precisa a mistura ar/GNV (mistura sempre estequiométrica) em qualquer condição de funcionamento do motor. Este controle preciso proporciona o controle da temperatura da câmara de combustão, não provocando assim o desgaste prematuro dos cabeçotes dos motores (vávulas e sedes de válvulas) e mantendo a vida útil original do(s) catalizador(es) do sistema de escapamento.

c) Não geram qualquer perda de torque e potência quando se usa o combustível original, pois não utilizam restrições na entrada do corpo de borboleta de aceleração (mescladores ou misturadores). Em sistemas anteriores (2ª e 3ª gerações), a perda de torque e potência no combustível original oscila entre 10 e 15% de acordo com o diâmetro interno da restrição. (DADOS REAIS COLETADOS UTILIZANDO NOSSO DINAMÔMETRO DE RÔLOS COM FREIO POR INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA).

d) Geram perda de potência e torque insignificantes quando utilizando GNV (entre 0 e 9% no máximo), enquanto nos sistemas anteriores (2ª e 3ª gerações), as perdas utizando GNV são de 30%, podendo chegar até 40 % em relação a potência e torques originais sem a instalação de GNV. (DADOS REAIS COLETADOS UTILIZANDO NOSSO DINAMÔMETRO DE RÔLOS COM FREIO POR INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA). Esta perda insignificante faz com que tenhamos um consumo extremamente menor, quando comparados com sistemas anteriores (2ª e 3ª gerações), pois como temos bem mais potência e torque, necessitamos acelerar muito menos, o que proporciona um consumo de GNV bem menor.

e) São sistemas totalmente não invasivos, em relação ao sistema de injeção eletrônica original, por não fazerem nenhum tipo de emulação (simulação eletrônica de sinais originais) de sinais de sensores originais. O sistema trabalha através de mapas de calibração tridimensionais (3D de 144 pontos) por equivalencia energética. Nos sistemas anteriores são obrigatóriamente necessárias vários tipos de emulação de sinais de sensores originais e a calibração é feita através de um registro com rosca, o que transforma o motor em uma tecnologia de carburador totalmente ultrapassada e sem correções ponto a ponto.

f) Ao contrário dos sistemas anteriores (2ª e 3ª gerações) que operam de forma independente do sistema de injeção eletrônica original, os sistemas de 5ª geração operam em série com o sistema original, isto é, copiam todas as suas estratégias. Esta característica faz com que, uma vez que o carro foi mapeado de forma precisa, deste ponto em diante, qualquer correção necessária é feita de forma automática, exatamente como é feita no sistema de injeção original. Isto faz com que não sejam necessários ajustes e regulagens constantes, bem como a substituição constante de velas e cabos de velas de ignição. Segue-se o plano de manutenção original do veículo e não um particular do GNV com sistemas anteriores (2ª e 3ª gerações).


Seguem abaixo fotos dos principais componentes do sistema de 5ª
Geração Landi Renzo OMEGAS NEW OBD:



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